Jacinto
SAUDADE
Levo uma braçada de lírios
E dois longos círios
Para o altar do nosso amor.
Comungamos os nossos desejos
E com ardentes e longos beijos,
Juramos votos eternos de paixão!
Comemos o duro pão
Da nossa perdição.
Bebemos o vinho amargoso
Do nosso pecado e gozo.
No ritual da nossa união,
No sacrário do nosso amor,
Faltou-nos a sacra benção
E restou-nos somente a dor
Da ausência e da saudade!
Fui eu o desertor!
E tu ficaste recolhida
Na cela escura da tua vida!
Falta-te o meu carinho!
Mas, olha, estou sòzinho
E a saudade me acompanha!
A vontade de te abraçar,
De te beijar,
É constante e tamanha
Que não dá para suportar!
Mea culpa, Mea culpa
SAUDADE
Levo uma braçada de lírios
E dois longos círios
Para o altar do nosso amor.
Comungamos os nossos desejos
E com ardentes e longos beijos,
Juramos votos eternos de paixão!
Comemos o duro pão
Da nossa perdição.
Bebemos o vinho amargoso
Do nosso pecado e gozo.
No ritual da nossa união,
No sacrário do nosso amor,
Faltou-nos a sacra benção
E restou-nos somente a dor
Da ausência e da saudade!
Fui eu o desertor!
E tu ficaste recolhida
Na cela escura da tua vida!
Falta-te o meu carinho!
Mas, olha, estou sòzinho
E a saudade me acompanha!
A vontade de te abraçar,
De te beijar,
É constante e tamanha
Que não dá para suportar!
Mea culpa, Mea culpa

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