Jacinto
O MEU DUENDE
Dizem haver duendes na floresta,
Dizem - e eu acredito
Que um carrega numa cesta
O ouro do final do arco íris.
Ainda que fique o dito por não dito
Se tu, um duende vires,
Não te aproximes de mais,
Ele poderá pular no teu ombro
E sussurrar no teu ouvido
Sonhos irreais.
Eu carrego o meu duende,
E vê tu o meu assombro
Eu só escuto um gemido
De uma dor pungente
E nada mais!
Será que o meu duende
Já não intende
Que os sonhos imateriais
Se dissiparam
No ocaso da vida?
O meu duende chora
É inútil o seu sofrer.
Sua deusa Diana já demora
Para o vir socorrer.
O meu duende foi caçador
Na floresta encantada;
Ali perdeu o seu amor
Na magia de uma noite
Perfumada.
O MEU DUENDE
Dizem haver duendes na floresta,
Dizem - e eu acredito
Que um carrega numa cesta
O ouro do final do arco íris.
Ainda que fique o dito por não dito
Se tu, um duende vires,
Não te aproximes de mais,
Ele poderá pular no teu ombro
E sussurrar no teu ouvido
Sonhos irreais.
Eu carrego o meu duende,
E vê tu o meu assombro
Eu só escuto um gemido
De uma dor pungente
E nada mais!
Será que o meu duende
Já não intende
Que os sonhos imateriais
Se dissiparam
No ocaso da vida?
O meu duende chora
É inútil o seu sofrer.
Sua deusa Diana já demora
Para o vir socorrer.
O meu duende foi caçador
Na floresta encantada;
Ali perdeu o seu amor
Na magia de uma noite
Perfumada.

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