Jacinto
O Velho Monge
Subia eu a Cordilheira da Trindade,
Quando uma medonha tempestade,
De forte chuva e trovoada
Me fez procurar abrigo
Em um convento antigo
Sito numa encosta escarpada,
Coberta de giestas e flores.
Entrei no claustro escuro,
De colunas de mármore imponentes;
Era sem dúvida um lugar seguro
E teria sido o lar de monges pecadores
Ou monges santos - não sei!
Em vão caminhei
Ao longo do claustro solitário,
Ninguém encontrei ...
As celas de portas escancaradas
Testemunhavam a história do convento
Agora abandonado.
Por um momento
Achei ter vislumbrado
Uma ténue luz no final.
Apressei o passo e na última cela
A porta entreaberta
Difundia a luz trémula
De uma única vela!
Um velho monge de hábito desbotado,
Cabelos longos em desalinho
Rezava baixinho.
Não o quiz perturbar.
Cerrei a porta de mansinho
E afastei-me na cerração da serrania.
A noite caía!
O Velho Monge
Subia eu a Cordilheira da Trindade,
Quando uma medonha tempestade,
De forte chuva e trovoada
Me fez procurar abrigo
Em um convento antigo
Sito numa encosta escarpada,
Coberta de giestas e flores.
Entrei no claustro escuro,
De colunas de mármore imponentes;
Era sem dúvida um lugar seguro
E teria sido o lar de monges pecadores
Ou monges santos - não sei!
Em vão caminhei
Ao longo do claustro solitário,
Ninguém encontrei ...
As celas de portas escancaradas
Testemunhavam a história do convento
Agora abandonado.
Por um momento
Achei ter vislumbrado
Uma ténue luz no final.
Apressei o passo e na última cela
A porta entreaberta
Difundia a luz trémula
De uma única vela!
Um velho monge de hábito desbotado,
Cabelos longos em desalinho
Rezava baixinho.
Não o quiz perturbar.
Cerrei a porta de mansinho
E afastei-me na cerração da serrania.
A noite caía!

0 Comments:
Post a Comment
<< Home