FOLHAS EM BRANCO
Encerrei p´ra sempre o livro do passado.
Não quero mais memórias nem ilusões
E o rio da minha vida,
Já muito navegado,
Segue em veloz corrida,
Em espumantes vagalhões,
Rumo à foz, seu último destino.
Folheio,
Sem tino
Não leio
O livro do presente.
Afinal
Ele contém somente
Lágrimas e amarguras.
São folhas soltas
De ilusões e desventuras
De nebulosas lembranças,
Vazias de esperanças
Sem principio, nem final.
Não existe o livro do futuro;
Não foi cogitado,
Nem pressagiado,
Qual escrita de profeta,
Ou vidente de bola de cristal.
Nada mais há para escrever
Nada mais para ler,
Ou até para viver!
E assim o rio da minha vida,
Continua em veloz corrida
Rumo ao destino final.
Encerrei p´ra sempre o livro do passado.
Não quero mais memórias nem ilusões
E o rio da minha vida,
Já muito navegado,
Segue em veloz corrida,
Em espumantes vagalhões,
Rumo à foz, seu último destino.
Folheio,
Sem tino
Não leio
O livro do presente.
Afinal
Ele contém somente
Lágrimas e amarguras.
São folhas soltas
De ilusões e desventuras
De nebulosas lembranças,
Vazias de esperanças
Sem principio, nem final.
Não existe o livro do futuro;
Não foi cogitado,
Nem pressagiado,
Qual escrita de profeta,
Ou vidente de bola de cristal.
Nada mais há para escrever
Nada mais para ler,
Ou até para viver!
E assim o rio da minha vida,
Continua em veloz corrida
Rumo ao destino final.

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